CPCV
Este sábado, 5, deixámos o petiz com a avó e rumámos ao stand da Alta de Lisboa.
Objectivo: CPCV.
O banco deu o OK 3 dias antes e o contrato ficou pronto na sexta-feira. Os sogros, recém chegados de um interlúdio romântico, também foram.
O stand estava vazio; o vendedor aguardava-nos. Depois dos cumprimentos, as formalidades. Tudo em ordem. Ou quase. O sogro, versado nas coisas da lei, torce o nariz à alínea 12ª - "Devia estar aqui em dobro e não apenas 9%". Nós já tínhamos falado sobre isso antes. Mas o sogro tem razão - nunca é demais analisar; torna mais consciente a decisão.
Esta não é, aliás, a única questão.
- Não podemos visitar a fracção, garagens e arrecadação até à vistoria;
- Não sabemos se vamos ter lugares de garagem interdependentes ou independentes e qual a sua localização;
- Temos dúvidas sobre como se acede às garagens;
- Não sabemos qual a dimensão e localização da arrecadação;
- Não podemos requerer que protejam o chão (sala e quarto) e os móveis (cozinha), já instalados, do sol (particularmente importante se se considerar que as fachadas da cozinha, sala e quarto são completamente vidradas);
Enfim, conhecemos a planta, o andar modelo, a localização, o projecto, mas estamos limitados nas acções até ao momento em que se fizer a escritura.
Não é coisa que não nos provoque um ou outro calafrio mas, sogro, sogra, pessoal... decidimos avançar.
E chega a altura das assinaturas. Regista-se o momento para a posteridade, vendedor incluído.
Tiramos mais umas fotos - "É para documentar o momento!" - e saímos do stand, meio trôpegos, porque já anoiteceu e porque não sabemos bem o que fizémos.
Agora resta-nos esperar 19 meses para entrarmos pela porta dentro.

Os 19 meses de que falo são os 17 meses da previsão original (escritura em Julho de 2006) mais 2 meses de deslizamento por atrasos, que pelos vistos são frequentes, e por fser um período em que tudo abranda. (Comentar)
Talvez venhamos a ser vizinhos, ainda estamos em período de decisão.
Relativamente aos valores envolvidos, conseguiu algum desconto sobre o preço de venda ou a SGAL não permite qualquer negociação? (Comentar)
Só lhe posso dizer o que aconteceu comigo.
O preço fixado foi o de tabela, a qual, tanto quanto me foi dado perceber, não sofre alterações praticamente desde o início da venda.
Pode, aliás, consultar os valores de referência no site da SGAL (para o primeiro piso) e cruzar com os valores que lhe foram fornecidos.
Estou em crer que não é possível negociar o preço, pelo menos com a SGAL. O caso muda de figura se estiver a negociar com um proprietário, obviamente.
Esteja à vontade para colocar as dúvidas que entender.
Os links disponíveis são óptimas fontes de informação sobre tudo o que se refere aos Jardins de SBartolomeu. (Comentar)