Mês de Reforço
Julho foi o mês do pagamento do 1º reforço.
Inevitavelmente, o tema 'Alta de Lisboa' volta a ser o centro da conversa.
Voltámos a visitar a zona de intervenção.
O trabalho progride: o Condomínio do Parque está a receber os últimos retoques, a Colina de S. Gonçalo já está acessível, já tem vida, o Parque Oeste vai ganhando forma, lenta mas seguramente; o complexo desportivo está praticamente concluído há razões para estar confiante.
Na zona sul, também há boas notícias o Parque das Conchas foi devolvido às pessoas e, a par de Monsanto, é um dos nossos novos pontos de rumagem.
As árvores, sempre as árvores.
Consigo viver numa Lisboa assim, pensada e criada com as pessoas em mente.
Julho. Mês de reforço de expectativas.

Boa sorte com a sua nova casa e com esta sua iniciativa
Rodrigo (Comentar)
Obrigado pelo seu comentário.
Espero que os pontos menos positivos estejam a ser largamente compensados pela vivência da Alta de Lisboa.
Cumprimentos (Comentar)
Nunca imaginei que os constantes adiamentos das escrituras durassem até hoje e que apesar dos constantes telefonemas para o apoio ao cliente fosse tratado com a total indiferença, não existindo alguem capaz de se comprometer com uma data.
No entanto já adiantei 50% do valor de um apartamento que nunca me possibilitaram visitar.
Vivemos num país em que os contratos não são mesmo para cumprir e até à entrega do apartamento além dos juros que terei que pagar ao banco, também terei que pagar um aluguer de um apartamento para não ir viver para debaixo de um viaduto qualquer.
Se considerar que a primeira previsão de entrega apontava para Novembro de 2004 e provavelmente nem em Novembro de 2005 será escriturado o prejuizo já é bastante elevado.
Mas mesmo com estes contratempos não tenho deixado de acompanhar as obras da Alta mas continuo a achar que tudo é muito lento.
JM (Comentar)
Obrigado pelo seu comentário.
O seu caso não é, infelizmente, único.
Não sei se já teve oportunidade de consultar os blogs listados na secção 'Links' mas a verdade é que há muitos testemunhos de períodos de espera bem além do aceitável.
À construção propriamente dita, já de si demorada e propícia a atrasos, junta-se um processo de vistoria e escrituração lento e desgastante.
A culpa é difícil de atribuir mas sem dúvida que a SGAL tem que ter uma parte de leão - algumas hipóteses:
.não é realista na definição dos prazos;
.faz depender o avanço da obra da venda das fracções;
.não dispõe de número suficiente de recursos para acompanhar a tramitação dos processos burocráticos;
A SGAL é igualmente culpada de negligência na forma como se relaciona com os seus clientes. Excluindo a vertente financeira, a informação é escassa e superficial, orientada à venda, não ao suporte e ao acompanhamento. Recursos de comunicação preciosos, como o jornal e o site, são preenchidos com informação de interesse duvidoso (no primeiro caso) ou pura e simplesmente abandonados (no segundo caso).
Não quero dizer com isto que a SGAL se está a furtar às suas responsabilidades, que está de má fé ou sequer que o trabalho desenvolvido é de má qualidade - felizmente, há vários indícios de que assim não é. Mas está seguramente a descuidar a relação com os clientes e a provocar conflitos completamente desnecessários e evitáveis se optasse por uma política de abertura e de esclarecimento franco e atempado de dúvidas.
Também acredito, no entanto, que outras entidades envolvidas no processo tenham responsabilidades, como o empreiteiro e a câmara.
Seja como for, o certo é que no final, quem paga a maior factura é o cliente.
Assim sendo, estou totalmente solidário consigo.
Quanto à visita à fracção.
Apesar de ainda não ter visitado a minha, sei que muitos proprietários já efectuaram a visita.
Aliás, são os próprios que o dizem nos blogs.
Por esse motivo, da próxima vez que falar com o meu vendedor vou insistir nesta questão.
Não se pode dizer a uns que a visita não é possível e permitir que outros a efectuem.
Sugiro-lhe que leia os blogs já referidos e que insista com o seu vendedor.
Do mesmo modo, se o seu condomínio já está pronto, insista para que lhe dêem um prazo para a ocupação da casa.
E volte a insistir.. e ainda outra vez.
Está provado que funciona. (Comentar)
Certamente que não sou unico nesta experiencia com a SGAL que na realidade nunca chegou a ser + que um projecto...
Se por acaso alguém estiver interessado, diga! - Sempre prefiro vende-lo directamente que através de + um vendedor guloso. Penso que Euro 215.000 por um T2 de 100m2 no Condominio do Parque é um preço justo, neste momento - Provavelmente quando finalmente estiver concluido se valorize um pouco +, não é? (Comentar)
Obrigado pelo seu comentário.
É lamentável o impacto que planeamentos deficientes têm sobre a vida das pessoas. O Condomínio do Parque ali está, acabado, pelo menos tanto quanto os olhos podem avaliar, e no entanto sem sinal de moradores.
E em virtude de quê? Que obstáculos instransponíveis justificam mais de um ano de atraso? Que argumentos podem ser esgrimidos para amenizar os eforços de quem tem que arcar com as prestações de 2 casas?
São perguntas incómodas, que se somam à de outros futuros moradores, noutros blogues, em muitos sentidos.
Perguntas que vão somando incógnitas e que minam a confiança que dá nome a este artigo.
Oxalá outros dias venham em que o sentido se inverta. Não suporto a ideia de me ver, quem sabe em Agosto de 2007, a acordar resignado para uma realidade de contornos bem diferentes dos que motivaram este investimento.
Votos de felicidade, caro Nuno. (Comentar)
pra lisboa de manha onde com todo estes interesses
imobiliarios arranjaram maneira tornar a circulaçao um
autentico caos.
deviam lembrar quando cortaram av. santos castro andaram
colocar cartazes que dezembro seria assim......
nao disseram foi o ano
pensem nas pessoas que tem circular na antiga av. santos castro isto autentica vergonha e mostra a falta respeito dos nossos governantes pelas pessoas que tem de ir trabalhar manha . (Comentar)
fogueiras nas ruas, muita gente sem fazer nada, ciganos a maior parte, gente a dormir em carros abandonados. Olho para o parque e mentalmente vejo os os meus filhos a andar de bicicleta à vontade. Fico assustado só de pensar. Esse parque rapidamente vai ser "ocupado". Acessos? Estão a ser feitos mas a entrada para o eixo N-S vai ser mesmo em frente ao condominio. Leio: Em 60.000 futuros habitantes 11.000 são PER. David Justino no Público de Domingo passado: "quando as diferenças sociais são muito cavadas, em vez de criar expectativas de mobilidade social, cria expectativas de enquistamento. Porque a distância é tão grande e o confronto passa a ser feito face a face, que não há linhas de comunicabilidade. É preciso ter cuidado com estas experiências". David Justino foi responsável pelo plano de erradicação das barracas em Oeiras, durante 7 anos. Pagar 372.000 para fazer parte da experiência? Não muito obrigado. Aproveitei a claúsula de denuncia de contrato dado o atraso e o cheque do sinal e dos adiantamentos já cá canta mais os juros. Um pormenor: nasci e cresci num bairo popular de lisboa e pobre. Mas eramos pobres honestos e trabalhadores. Não foi o que encontrei em muitos ex. futuros vizinhos. A percentagem de "indios" é demasiado elevada. Boa Sorte e que eu esteja muito enganado e quando lá passar me sinta arrependido. Mas olhem para as olaias e tirem as ilações...
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Estou farta de pedir a esta empresa de repor o que nunca ficou bem no meu andar, momeadamentea tão falada ventilação que me entra pelas portas dos quartos e que eles alegam que é normalpor favor será que não tem vergonha de ouvir tais comentários
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